A reflexão sobre a transição do aprendizado manual para o acesso instantâneo a respostas por meio da tecnologia revela um aumento na produtividade, mas também gera uma pressão e estresse desnecessários em face da velocidade das respostas.
Volta e meia chegam para mim e-mails de algum serviço/empresa solicitando usar meus dados para treinar os seus modelos de IA. Eu nunca achei legal essa ideia de compartilhamento indiscriminado de dados circulando pela internet. Inclusive, é por esse motivo que evito usar muitos dos serviços do Google — uso o verbo evitar porque é quase impossível não usar algum serviço deles —, como exemplo, eu deixei de usar o Gmail como meu e-mail principal ainda em meados de 2015.
O da vez foi o GitHub, que mandou um e-mail solicitando a permissão para usar os dados para melhorar as ferramentas de codificação baseadas em IA. A empresa tem acesso a milhões de códigos para aprimorar a sua IA e ainda quer os nossos dados para esse fim. Ao menos nos ofereceram a possibilidade de rejeitar essa solicitação.
Depois de um dia de estudos intensos, nada melhor do que dar uma pausa e ir ao parque: correr um pouco, respirar ar puro e clarear a mente. 🏃🏽♂️📷
Desde 2011, anotações pessoais foram geridas de forma deficiente, mas a adoção do Obsidian e o uso de um plugin para criação de notas com identificação única ajudaram a preservar metadados essenciais nas novas notas.
Iniciei a leitura do livro escrito pelo @manton acerca do microblog independente. Penso que irá me auxiliar a compreender o funcionamento da Web Indie.
Apesar dos meus esforços para mudar, a noite continua sendo o meu horário de maior pico de concentração. Hoje, mergulhei no cálculo das variações, um conceito fundamental para entender as equações de Legendre. 📷📚
Semana intensa, com inúmeras simulações em andamento, análises gráficas e muita leitura para fundamentar adequadamente o tema da minha tese. O mais frustrante é perceber que algum parâmetro foi esquecido no código da simulação: uma execução que levaria 48 horas acaba consumindo o dobro do tempo.
É impressionante como se tornou difícil encontrar um navegador que realmente atenda às minhas necessidades. Gosto muito do Firefox e o utilizo desde meados de 2008, mas quase diariamente surge uma notícia desanimadora — ora sobre seu desempenho, ora sobre falhas que podem comprometer o hardware. Às vezes cogito o Chrome, mas sua fama de ‘devorador’ de RAM, somada à pesada telemetria do Google, me faz passar longe.
Após uma rápida conversa com Leandro Maciel no Mastodon, fiz a seguinte pergunta: Será que eu conseguiria personalizar o tema do meu blog hospedado no Micro.blog? A resposta curta é sim!
Após anos sem mexer tecnicamente com o qtGrace — aplicação para criação de gráficos científicos em 2D —, consegui plotar alguns gráficos interessantes para a minha pesquisa. É como andar de bicicleta, foi só colocar a mão na massa que relembrei inúmeras funcionalidades e alguns truques para deixar os gráficos “perfeitos”.
A dependência da inteligência artificial pode comprometer o pensamento crítico, mas seu uso intencional pode potencializar o aprendizado e o crescimento intelectual.
Recentemente, adquiri um MacBook com o macOS 15 Sequoia. Anteriormente, utilizava o macOS 26 Tahoe e, ao fazer o “downgrade”, notei o quanto a versão anterior era mais esteticamente agradável, minimalista e bem acabada, com uma cara de que realmente é um sistema operacional.
O design do SO Tahoe é excessivamente arredondado, dando a impressão de que os designers da Apple estavam com preguiça. Achei o SO feio, desajeitado e meio infantil, como se tivesse sido criado por adolescentes.
Eu sei que precisarei atualizar em algum momento, mas não quero fazer por hora.
Dando uma navegada rápida pelos meus arquivos, encontrei várias anotações dos mais variados temas “perdidas” pelos diretórios do notebook. Fiz uma lista mapeando onde estão todas essas anotações e as organizei por níveis de prioridade para começar a migração de todas elas para o meu cofre no Obsidian.
O crescente desprezo da população pela privacidade online é evidenciado pelo uso contínuo de plataformas como o WhatsApp, mesmo com preocupações sobre a segurança dos dados pessoais.
Uma das situações mais desgastantes ao trabalhar com código de terceiros é lidar com trechos extensos sem qualquer documentação ou comentários explicativos. Nesses casos, em vez de compreender diretamente a intenção do autor, é preciso inferir, por tentativa e erro, qual problema estava sendo resolvido. Ao reutilizá-lo para tratar outros problemas, perde-se tempo excessivo apenas na compreensão do código.
Aproveitando o feriado para colocar a atividade física em dia. Foi em um tempo significativamente menor que da outra vez. Seguimos no treino: 5,02 km 🏃🏽♂️💨
A versatilidade de construir um site estático com o Hugo é impressionante. Em questão de minutos, consegui adicionar um segundo idioma ao meu site. Agora, além do português do Brasil, ele também está disponível em inglês. Ainda preciso traduzir os posts antigos para o novo idioma, mas toda a estrutura e apresentação do site já se encontram disponíveis em inglês: vercosa.org
A propósito, estou aproveitando uns dias de folga para atualizar meu site: vercosa.org
Ele agora inclui:
Todos os meus artigos publicados
Publicações em blogs
Slides/vídeos de minhas palestras públicas
E muito mais!
Em breve, publicarei mais informações sobre algumas das novas adições.
Mesmo após quatro anos utilizando o Obsidian no dia a dia, para as mais diversas atividades, ainda me surpreendo com sua notável versatilidade. Ele é capaz de substituir, literalmente, uma quantidade significativa de aplicações no meu computador.
A implementação de um sistema de comentários no blog foi motivada pela necessidade de interação entre leitores e textos, utilizando uma abordagem de client-side fetching para integrar comentários de redes sociais descentralizadas.
Até as mídias jornalísticas já perceberam: as redes sociais não são mais o que eram e perderam completamente o seu objetivo, conectar pessoas. Veja este trecho no artigo do nucleo.jor.br
Com redes sociais se tornando lugares cada vez mais insalubres, cheios de coisas irrelevantes, IA generativa e, francamente, conteúdo lixoso, fóruns menores no qual as pessoas se tratam como humanos são ambientes cada vez mais necessários para que conversas aconteçam com civilidade.
Eu acrescentaria os blogs pessoais, onde você controla o seu próprio conteúdo e evita conteúdo “lixoso”.