Do Campo de Batalha ao Laboratório
Guerras históricas, como a Segunda Guerra Mundial, impulsionaram inovações tecnológicas, incluindo o desenvolvimento de simulações computacionais que hoje são comparáveis a experimentos reais.
Guerras históricas, como a Segunda Guerra Mundial, impulsionaram inovações tecnológicas, incluindo o desenvolvimento de simulações computacionais que hoje são comparáveis a experimentos reais.
Finalzinho de noite muito agradável! 📸
Sempre gostei muito do Windows, até porque foi o primeiro sistema operacional que usei, lá no final de 1995 — o Windows 95. Mas, atualmente, é o pior SO. Desnecessariamente inchado, com anúncios no menu Iniciar, atualizações forçadas que interrompem o fluxo de trabalho, telemetria pesada por todos os lados, visual pouco polido e que ainda exige cuidados constantes para funcionar bem.
Comparado ao macOS — polido, sem anúncios e com ótima integração — e às distribuições Linux — que oferecem liberdade, eficiência e leveza —, o Windows se tornou o pior entre os sistemas operacionais para computadores. E o pior, não vemos a Microsoft fazer nada para mudar esse cenário.
Eu já tinha noção do quão poderoso é o gnuplot, mas não imaginava como seria simples produzir gráficos científicos com ele. Em um único dia, usando apenas o gnuplot, consegui gerar todos os gráficos do meu próximo artigo, que, a propósito, já está saindo do forno.
Qual é o problema de as grandes empresas de tecnologia não fornecerem um serviço de WebDAV? Tudo bem que o protocolo é antigo, mas é muito útil para acessar arquivos em servidores remotos como se fossem locais, além de possuir uma conexão facilitada com alguns aplicativos. Agora, estou precisando de mais armazenamento no Zotero e, como ele suporta WebDAV, seria uma ótima solução para mim. Fuçando a internet, encontrei o Koofr, um serviço que eu não conheço, mas vale a pena testar para, pelo menos, usar o WebDAV e armazenar os PDFs do Zotero.
Você vai procurar na internet referências de computador para realizar seu trabalho de forma decente, com simulações, conexões remotas, escrita de textos — acadêmicos ou não —, escrita de código; e só encontra material falando se o computador é bom ou não para edição de vídeo, como se todo mundo só usasse o computador para isso.
A Microsoft está se autossabotando, silenciosamente, com a deterioração do Windows 11 e seus produtos.
Feriado, para mim, é sinônimo de tocar alguns projetos pessoais e dar uma acelerada nos estudos. Finalmente, após alguns anos, estou de volta a usar o NeoVim nos meus projetos, principalmente para escrever minhas anotações de pesquisa. Esse interesse veio após eu conhecer o belo trabalho apresentado em um blog póstumo do Gilles Castel.
Acabei de ajustar as configurações da minha antiga instalação do Archlinux no meu computador antigo. Para mim, isso é extremamente nostálgico, já que foi durante a pandemia que moldei todo o meu fluxo de trabalho para o Arch e, ao restaurá-lo, trouxe boas recordações. É ótimo ter um sistema que realmente é seu!
The best Kindle in 2026 is not a Kindle! 📚
Volta e meia chegam para mim e-mails de algum serviço/empresa solicitando usar meus dados para treinar os seus modelos de IA. Eu nunca achei legal essa ideia de compartilhamento indiscriminado de dados circulando pela internet. Inclusive, é por esse motivo que evito usar muitos dos serviços do Google — uso o verbo evitar porque é quase impossível não usar algum serviço deles —, como exemplo, eu deixei de usar o Gmail como meu e-mail principal ainda em meados de 2015.
O da vez foi o GitHub, que mandou um e-mail solicitando a permissão para usar os dados para melhorar as ferramentas de codificação baseadas em IA. A empresa tem acesso a milhões de códigos para aprimorar a sua IA e ainda quer os nossos dados para esse fim. Ao menos nos ofereceram a possibilidade de rejeitar essa solicitação.
A reflexão sobre a transição do aprendizado manual para o acesso instantâneo a respostas por meio da tecnologia revela um aumento na produtividade, mas também gera uma pressão e estresse desnecessários em face da velocidade das respostas.
Depois de um dia de estudos intensos, nada melhor do que dar uma pausa e ir ao parque: correr um pouco, respirar ar puro e clarear a mente. 🏃🏽♂️📷



Desde 2011, anotações pessoais foram geridas de forma deficiente, mas a adoção do Obsidian e o uso de um plugin para criação de notas com identificação única ajudaram a preservar metadados essenciais nas novas notas.
Currently reading: Indie Microblogging by Manton Reece 📚
Iniciei a leitura do livro escrito pelo @manton acerca do microblog independente. Penso que irá me auxiliar a compreender o funcionamento da Web Indie.
Apesar dos meus esforços para mudar, a noite continua sendo o meu horário de maior pico de concentração. Hoje, mergulhei no cálculo das variações, um conceito fundamental para entender as equações de Legendre. 📷📚
Semana intensa, com inúmeras simulações em andamento, análises gráficas e muita leitura para fundamentar adequadamente o tema da minha tese. O mais frustrante é perceber que algum parâmetro foi esquecido no código da simulação: uma execução que levaria 48 horas acaba consumindo o dobro do tempo.
É impressionante como se tornou difícil encontrar um navegador que realmente atenda às minhas necessidades. Gosto muito do Firefox e o utilizo desde meados de 2008, mas quase diariamente surge uma notícia desanimadora — ora sobre seu desempenho, ora sobre falhas que podem comprometer o hardware. Às vezes cogito o Chrome, mas sua fama de ‘devorador’ de RAM, somada à pesada telemetria do Google, me faz passar longe.
Após uma rápida conversa com Leandro Maciel no Mastodon, fiz a seguinte pergunta: Será que eu conseguiria personalizar o tema do meu blog hospedado no Micro.blog? A resposta curta é sim!
Após anos sem mexer tecnicamente com o qtGrace — aplicação para criação de gráficos científicos em 2D —, consegui plotar alguns gráficos interessantes para a minha pesquisa. É como andar de bicicleta, foi só colocar a mão na massa que relembrei inúmeras funcionalidades e alguns truques para deixar os gráficos “perfeitos”.
A dependência da inteligência artificial pode comprometer o pensamento crítico, mas seu uso intencional pode potencializar o aprendizado e o crescimento intelectual.